Como trabalha e quanto ganha um profissional que faz da diversão seu ganha-pão, criando personagens para jogos eletrônicos
POR CRISTINE GERK
Rio - Já pensou como seria bom ganhar dinheiro construindo bonecos de massinha ou testando videogames? O artista Rodrigo Cardoso, 32 anos, imaginou ainda criança que essa seria uma boa ideia e decidiu não ficar só no sonho. Ele é um dos brasileiros que vivem do mercado de games, responsável por movimentar cerca de R$ 87 milhões por ano no país, segundo a Abragames, associação que reúne os fabricantes de jogos. E isso é só o início.
A rotina de trabalho de Rodrigo não é nada convencional. Ele começa o dia escrevendo num papel todas as características do personagem que vai criar. Depois de desenhá-lo no papel em tamanho real, monta o boneco com uma massa de modelar e, se for o caso, pinta-o com óleo. Finalmente, fotografa seu novo brinquedo e começa a manipulá-lo no computador. Em minutos, sua imaginação ganha vida. Segundo Rodrigo, o protótipo tem que ser construído de verdade para que se possa observar seus movimentos e reações à luz e assim criar no computador algo bem fiel à realidade.
“Sempre fui fã de brinquedos, desde novinho. Adorava jogos de montar, encaixar, massinha de modelar. Aos 17 anos, comecei a fazer meus protótipos e decidi cursar Belas Artes”, conta. Hoje vende um de seus bonecos de cerca de 15 cm por R$ 700. A renda é muito instável, mas o artista chega a faturar de R$ 6 a R$ 8 mil com projetos. O investimento também é alto. Cada tablete de massinha custa cerca de R$ 35 e as licenças para usar os softwares de animação saem por mais de mil reais. “Quem trabalha com isso é chamado de lunático. Mas os que sobrevivem e dão certo não trocam por nada. Há poucas empresas agora trabalhando modelagem, mas o mercado tende a crescer”.
Rodrigo tem razão. A expectativa é de que o mercado mundial de games fature 73,5 bilhões de dólares (cerca de R$ 132 bilhões) em 2013. Os games já movimentam mais dinheiro do que a indústria fonográfica, e até mesmo Hollywood. Estimativas apontam o Brasil como um mercado de 40 milhões de jogadores que usam as mais diferentes plataformas — sendo 15 milhões fãs de PlayStation 2.
Conselhos do mestre
A esperança de que o mercado ainda vai crescer também motiva o professor Douglas Madeira, 25, que dá aula de games na empresa Seven há três anos. Desde os 16 anos, quando começou a dar aulas num curso de computação, cansou de gastar dinheiro com games e de ouvir que é mais fácil encontrar 50 fracassados do que dois bem-sucedidos no ramo. “Se fosse tão ruim assim, empresas como Microsoft, Ubisoft, Nintendo ou Tectoy não teriam se instalado aqui. O Brasil tem um mercado consumidor enorme, mão de obra criativa e barata em games. O que falta é especialização. Muitos jogam, mas não sabem o que é um game”, diz.
Um dos alunos de Douglas foi Lucas Fischner, 19, que já começou a criar jogos para computador. “Comecei criando para mim. Já fiz um de nave, um campo minado e estou trabalhando num de luta. Testo jogos para pesquisar e já encaro jogar videogame como um trabalho”, conta.
Escola só de jogos
Em setembro, o Rio ganhará a sua primeira escola totalmente voltada para games. A empresa Seven está reformando um prédio de sete andares na Rua do Rosário, Centro, que poderá receber 2 mil alunos. “Em um ano e meio, os alunos serão especialistas em arte ou programação”, explica o artista Rodrigo Cardoso, que dará aulas na escola. Ele explica o papel de cada profissional. O game designer cria a história e as regras do jogo. O level design inventa os cenários e fases. O artista transforma a história do game designer em realidade. O programador estuda como passar as manobras para o console. “É preciso estudar anatomia e entender de musculatura para fazer um bom boneco, assim como ir aos lugares e conversar com as pessoas antes de criar um cenário”, diz. Pré-inscrições em http://bit.ly/SevenGames
Fonte: O DIA ONLINE
28 de Julho de 2010 às 10:12
admin
A Nasa lançará na próxima semana um videogame que se passa em uma base lunar futurista em 3D e desafia o usuário a reparar os sistemas de oxigênio do complexo após o impacto de um meteorito.
O jogo eletrônico será apresentado na próxima terça-feira, 6 de julho de 2010, no mundo todo, informou a agência espacial americana em comunicado. Uma amostra do que será o jogo já pode ser vista no site da Nasa.
O usuário, que pode jogar sozinho ou em grupo, se torna um astronauta da equipe que viajou até a base lunar Alfa para reparar o sistema de oxigênio depois que um meteorito se chocou com os painéis solares e os equipamentos vitais do complexo.
O objetivo deste e outros programas promovidos pela agência espacial é despertar a curiosidade pela tecnologia, a engenharia e a matemática entre as crianças.
Fonte: Terra Games
26 de Julho de 2010 às 13:49
admin
Um dos antigos advergames, criado por Christopher Omarzu e comissionado pela Coca Cola em 1983, foi colocado à venda no site de leilão eBay.
O game Pepsi Invaders, como o nome denuncia, nada mais é que um clone de Space Invaders. Só que em vez de atirar contra alienígenas, o jogador dispara contra as letras das palavras PEPSI, alinhadas em seis fileiras.
O jogo precisa ser concluído em três minutos e não chamaria a atenção de qualquer jogador, apenas de colecionadores dispostos a pagar uma pequena fortuna para colocar as mãos nos 125 cartuchos lançados na época, distribuído apenas para executivos durante uma convenção de vendas.
Em 2005 uma cópia do jogo foi vendida por US$ 1.825. O leilão atual começa em US$ 2 mil, mas quem estiver disposto a pagar alto por essa raridade pode comprar o item por US$ 3 mil, sem disputa.
O vendedor só entrega nos Estados Unidos, mas para quem quiser ter um gostinho de como é o jogo, a ROM pode ser baixada via site do Retro Treasures.
Fonte: Game Reporter
21 de Julho de 2010 às 20:05
admin

A Céu Games publicou em seu portal o papercraft do seu mascote. Após a sua reformulação, o Céuzinho ficou mais moderno, buscando se adequar às tendências de mercado, à evolução tecnológica, bem como, a nova fase do portal da Céu Games.
Baixe o papercraft, imprima, monte e enfeite o seu lugar de trabalho.
Download: Papercraft Céuzinho
9 de Julho de 2010 às 09:30
admin
Os jogos já se consolidaram como uma nova mídia a ser empregada nas empresas, sendo responsável pelo aumento das vendas de produtos/serviços das mesmas. Mesmo com este benefício, existe um certo receio de se investir em algo novo como os games, mas também devido ao elevado preço final a quem adquire tal tecnologia. Discutir porque é vantagem aplicar esta nova mídia em sua organização é o tema deste artigo.
Um estudo conduzido pela Nielsen, este ouvindo cerca de 600 jogadores, mostra que o uso de games como estratégia publicitária tem dado resultado. Segundo esta entidade, o reconhecimento de marcas anunciadas nos games subiu 64% e a intenção de compra 41%. Além disto, os advergames (jogos de publicidade) promovem uma experiência de marca maior, comparada aos meios de mídia tradicionais. Ao gostarem do conteúdo, além de poderem adquirir o produto da campanha do jogo, repassam-no aos amigos, gerando uma propaganda viral da empresa.
Um exemplo é o da rede de fast-food Burger King, que em 2006 lançou 3 jogos para videogames com a sua marca, ao preço simbólico de US$ 3,99 dólares. A iniciativa foi tão bem aceita (foram vendidas 3,2 milhões de cópias) que, além de ser premiada mundialmente, aumentou os lucros da empresa em 41% no trimestre.
Outro case interessante que compara com outras mídias é o da Kellog’s. Procurando se destacar na infinidade de propagandas, ela encomendou um Advergame chamado “Unlock the Magic” para promover o produto Cocoa Krispies. O advergame foi jogado por mais de 1 milhão de pessoas com uma média de 8,5 minutos de exposição da marca, o equivalente a 17 comerciais de televisão de 30 segundos.
Com isto, ao se investir em advergames, tem-se um investimento alto em curto prazo, mas um benefício de vendas imediato e que se estende em longo prazo. O mais interessante é que ele também contribui a um fortalecimento da marca que utiliza esta mídia.
Investir em advergames impactam em mais vendas, promoção da empresa, dentre outras vantagens. Mas cuidado: procure sempre especialistas em games, pois um jogo mal desenvolvido gera o oposto desejado pela empresa. É uma tecnologia peculiar e que exige conhecimento focado na mesma para um game que realmente atenda às suas expectativas.
Mais dúvidas sobre como investir em advergames para a sua empresa? Contate a Céu Games, especialista em desenvolvimento de games personalizados corporativos.
www.ceugames.com
8 de Julho de 2010 às 12:54
admin
Com uma preocupação mais do que compreensível, muitos pais controlam todos os jogos eletrônicos que seus filhos experimentam em PCs e consoles como os da Microsoft, Nintendo e Sony. É fato comum que vários pais tendem a evitar a exposição dos jovens a títulos violentos, acreditando que esses jogos poderiam influenciar negativamente seus filhos.
No entanto, uma recente pesquisa realizada pela Universidade de Villanova, Estados Unidos, diz que os únicos jovens influenciados pelos jogos violentos são aqueles que já possuem uma tendência para uma personalidade menos compreensiva e consciente, informa o site Theescapist.
O estudo analisou a personalidade de 118 adolescentes e adotou como base o “modelo dos cinco grandes fatores”, bastante popular na psicologia, que classifica as pessoas de acordo com cinco diferentes traços de personalidade — neuroticismo, extroversão, abertura à experiências, amabilidade e conscienciosidade — e revelou que no geral apenas quando existe a combinação de alto neuroticismo e baixa conscienciosidade e amabilidade o indivíduo estaria efetivamente vulnerável à sugestão de jogos violentos.
”Jogos violentos são como manteiga de amendoin”, comentou o doutor Christopher Ferguson, da Universidade Internacional A&M do Texas. Quer dizer, ¿eles são inofensivos para a grande maioria das crianças, mas podem ser perigosos para uma minoria com problemas pré-existentes de personalidade”, explicou, em entrevista ao site Tgdaily.
Fonte: Terra Games
14 de Junho de 2010 às 08:55
admin
Os jogos eletrônicos (videogames) violentos podem intensificar a agressividade e hostilidade de alguns jogadores, mas também podem beneficiar outros ao aperfeiçoar suas capacidades visuais e espaciais e melhorar sua capacidade de contato social, segundo cientistas.
Em edição especial do periódico científico Review of General Psychology, publicado pela American Psychological Association, pesquisadores afirmam que os jogos também podem ajudar a controlar o diabetes e a dor, e funcionam como complemento para a psicoterapia.
”Jogos violentos são como manteiga de amendoim”, disse Christopher J. Ferguson, da Texas A&M International University. “Inofensivos para a vasta maioria das crianças mas prejudiciais para uma pequena minoria com problemas de personalidade ou saúde mental pré-existentes.”
Ele acrescentou que os estudos haviam revelado que jogos violentos não haviam criado uma geração de jovens violentos.
”Pesquisas recentes demonstraram que com o avanço na popularidade dos jogos, as crianças dos Estados Unidos e Europa mostram menos problemas de comportamento, são menos violentas e se saem melhor nos testes escolares padronizados,” disse Ferguson, editor convidado da publicação.
Patrick Markey, da Villanova University, na Pensilvânia, constatou em um estudo com 118 adolescentes que certos traços de personalidade podem servir para prever que crianças sofrerão influência negativa dos jogos.
Se alguém se irrita, deprime ou zanga facilmente, ou é indiferente aos sentimentos alheios, viola as regras e não cumpre promessas, a probabilidade de que seja hostil depois de jogar videogames violentos é maior. “As pessoas negativamente afetadas são aquelas com disposição pré-existentes que as tornam suscetíveis a mídias violentas como essa.”
Mas em nota mais positiva, Pamela Kato, do University Medical Center, da cidade de Utrecht, Holanda, demonstrou em sua pesquisa que jogos especialmente planejados podem ajudar a prevenir ataques de asma e facilitar o combate à dor e o tratamento do diabetes.
T. Atilla Ceranoglu, do Massachusetts General Hospital, da cidade de Boston, Estados Unidos, descobriu em uma revisão de trabalhos de pesquisa que os jogos eletrônicos também podem ser usados na avaliação psicológica de crianças e adolescentes.
Fonte: Terra Games
11 de Junho de 2010 às 08:47
admin
Apesar de todas as críticas que os games recebem nos Estados Unidos, principalmente de promotores e juízes, o setor também tem seus aliados de peso.
A juíza aposentada Sandra Day O’Connor, de 80 anos, é uma das pessoas que defendem publicamente os videogames. Em uma entrevista, Connor defende os games como ferramentas de ensino.
“São fabulosos. Fizemos testes e os estudantes aumentaram seu conhecimento em 20% por jogar estes games. É simplesmente incrível”, declarou conforme notícia do blog GameLife.
A defensora se referia especificamente ao game Do I Have A Right?, uma abordagem diferente de ensino sobre o governo.
Em diversos países do mundo, inclusive nos Estados Unidos, o game passa a ser bode expiatório para uma série de casos. São opiniões como essa, de pessoas que entendem o que estão falando, que podem mudar a cabeça de tantas outras pessoas que criticam games sem fundamento.
Fonte: Game Reporter
9 de Junho de 2010 às 17:03
admin
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